3 de junho de 2009

Maiores felicidades (1)


A gente nasce, ok. A gente começa a querer coisas, sentir a vida, sonhar com os mundos que queremos viver...Eu também descobri que além de ser feita de orgãos como todo mundo, também sou feita de letras. Simplesmente amo com todas as minhas forças humanas e além-humanas, escrever. Não escrever por escrever, mas escrever os sentimentos. Tentar materializar as abstrações e os devaneios. Eu poderia viver para isso. Sentir que algo que você escreve faz sentido para alguém é mais do que ser feliz, é ter sensação de vida em si. Sensação de, "ok, já sei o porquê de eu estar aqui viva e caminhando". É paixão sem limites. Escrever é conseguir ser o que sou. Por isso que quando não consigo escrever fico deprimida. Cada frase que faz sentido é mais um Sol que nasce para mim. É como se o mundo fosse uma existência particular que funciona para inspirar o uso das palavras. E que cada ponto final existe para que se possa respirar.
Hoje mais do que nunca estou apaixonada por cada letra que compõe um texto. Por cada texto que imputa uma essência. Por cada essência que constitui a vida.
A minha vida faz-se em letras.

(respira)

Um comentário:

Anônimo disse...

escreva; é uma das mil coisas que você faz com propriedade.