26 de outubro de 2009

Com a noite



No escuro me acendo. Ascendo se for intenso. De lua cheia.
Da escuridão eu não tenho medo. Sou loba da noite.
No entardecer caminho. Busco o instante do céu em fina cor e da chuva de diamantes.
Da escurião eu não tenho medo. Sou esse silêncio que sopra na janela.
No uivar do vento encontro voz. Ainda enxergo nuvens. Ainda enxergo nuvens.
Da escuridão eu não tenho medo.

Um comentário:

João Augusto disse...

Esqueceu de colocar: trecho retirado do livro Crepúsculo. haha
Tô brincando, mas é bem vampiresco. /sei
beijo :*